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Documento avalia a relação entre a criação de animais para consumo e várias das crises ambientais atuais, como o desmatamento e degradação de biomas brasileiros, a emissão de gases de efeito estufa, as crises hídricas e a proliferação de zonas oceânicas mortas.

As relações entre a criação de animais para consumo e várias das crises ambientais atuais são apresentadas no dossiê Comendo o Planeta: Impactos Ambientais da Criação e do Consumo de Animais. Produzido pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) sob a coordenação de Cynthia Schuck, doutora pela Universidade de Oxford, consultora científica e coordenadora do Departamento de Meio Ambiente da SVB, em parceria com a jornalista Raquel Ribeiro, o relatório pretende ser um guia abrangente, para leigos e especialistas.

VEJA O RELATÓRIO NA ÍNTEGRA

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21dias

Que tal ficar 21 dias sem comer carne? Esse é o desafio que mais de 30 mil pessoas aceitaram em 2015, incluindo Júnior Lima - por compaixão aos animais e preocupações de saúde e ambientais.

O Desafio foi lançado pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) em parceria com o portal Veggo, e com apoio da Ampara Animal e do Instituto Luisa Mell.
 
"O desafio foi pensado para ajudar pessoas que querem descobrir novos sabores e adotar uma alimentação mais ética, saudável e sustentável", explica Mônica Buava, gerente de campanhas da SVB.
 
Lucas Alvarenga, fundador do portal Veggo, complementa: "A alimentação sem carne é nutricionalmente completa, ambientalmente positiva e pode ser deliciosa".
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O Vegfest 2015, o maior congresso vegetariano da América Latina, encerrou no último sábado (26) a programação da quinta edição brasileira do evento, superando as expectativas de público. Ao todo, foram mais de 120 horas de conteúdo, entre palestras, demonstrações culinárias e cursos de capacitação, em quatro dias de atividades sediadas pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Aproximadamente 900 pessoas, vindas inclusive de outras cidades e países (como Argentina, Estados Unidos, Áustria, Suíça, Jamaica, Ucrânia e Grécia) se inscreveram para participar das palestras e oficinas do evento. O número total dos visitantes é ainda maior, já o valor citado não contabiliza os não-inscritos que circularam pela feira vegana e participaram do último dia de atividades do Vegfest, que foi aberto ao público gratuitamente.

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Foi promulgada pela Câmara Municipal de Sorocaba, no dia 6 de agosto de 2015, a Lei Municipal nº 11.153, que proíbe o comércio de foie gras ("fígado gordo" de gansos e patos) no âmbito do município. O Prefeito de Sorocaba, Antonio Carlos Pannunzio, tinha até o dia 5 de agosto para sancionar ou vetar a lei. O prazo esgotou sem uma decisão e, como manda o processo legislativo, o projeto voltou para a Câmara Municipal - e foi promulgado. A lei entra em vigor em fevereiro de 2016 e a infração acarretará em multa no valor de 5 mil reais para o estabelecimento infrator - valor que é dobrado em caso de reincidência.

No dia 27 de novembro, foi a vez do município de Blumenau (SC) proibir "qualquer prática de alimentação forçada para a produção de foie gras", inviabilizando assim sua produção como um todo.

 

Em São Paulo, SVB e Prefeitura aguardam julgamento do TJ para manter a proibição.
 
Na capital paulista, o prefeito Fernando Haddad sancionou lei semelhante antes - no dia 25 de junho -, logo após receber das mãos de ativistas um abaixo-assinado com quase 100 mil assinaturas.
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Após mobilização da SVB com Luisa Mell e outras organizações e celebridades, Prefeito Fernando Haddad sanciona Lei Nº 16.222 e faz história pelos animais

VEJA TAMBÉM A CARTA ABERTA AOS RESTAURANTES DE SÃO PAULO, PUBLICADA EM 29 DE JUNHO DE 2015

O Projeto de Lei Nº 537/2013, prevendo a proibição do comércio de foie gras ("fígado gordo" de ganso) e de artigos de vestuário com peles de animais, havia sido aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados em 12 de maio, e aguardava sanção do Prefeito Fernando Haddad.

Nesta quinta-feira (25 de junho), um dia após receber das mãos de Luisa Mell o abaixo-assinadodo da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) em parceria com o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal (FNPDA) contendo mais de 95 mil assinaturas, a prefeitura anunciou nas suas redes que o projeto de lei havia sido sancionado, tornando-se a Lei Municipal Nº 16.222 (veja sanção da lei no Diário Oficial).
 
A Lei entra em vigor dentro de 45 dias. Ou seja, a partir do dia 10 de agosto de 2015 a venda do foie gras ou de qualquer artigo de vestuário com peles de animais, em todo o território da cidade de São Paulo, será ilegal e poderá ser denunciado às autoridades.
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Um projeto de lei proibindo a comercialização de "foie gras" e de artigos de vestuário feitos com peles de animais em São Paulo (PL 537/2013) foi aprovado pela Câmara Municipal por unanimidade no dia 12 de maio de 2015, e depende agora da assinatura do prefeito Fernando Haddad para entrar em vigor. A Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e parceiros iniciaram uma campanha em favor da sanção do projeto, mobilizando cidadãos, instituições e a imprensa para pressionar o prefeito a assinar a lei. O prefeito tem até o dia 25 de junho para tomar a decisão.

O "foie gras" ("fígado gordo", em francês) é uma iguaria feita a partir do fígado hipertrofiado de gansos e patos que são criados e mortos com requintes de crueldade. Os animais usados para produzir foie gras são submetidos a uma alimentação hipercalórica, forçada mecanicamente através de um tubo enfiado goela abaixo - fazendo o seu fígado crescer até 10 vezes mais do que o normal. Veja um vídeo curto que ilustra como é produzida esta "iguaria".
 
A extração de peles de animais, cujo produto também será proibido pela lei, é igualmente - ou mais - repulsiva e cruel, incluindo procedimentos de eletrocussão anal e esfolamento de animais vivos. Veja um vídeo curto que ilustra a realidade da indústria de criação de animais para extração de peles.
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